Solte o tigre que tem dentro de você!
janeiro 17, 2013, 2:08 am
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Hoje fui ver Life of Pi, aportuguesando ‘As Aventuras de Pi’ (por que não colocam Vida de Pi? Fica bem mais emocionante). Confesso que o filme é muito bom e lindo, os efeitos são demais e a direção está de parabéns. Com certeza, algum prêmio do Oscar vão faturar. Mas a questão que eu venho compartilhar com vocês não é esta, mas sim aquela que o filme quis mostrar que me deixou muito pensativa por algumas horas.

Apesar de Richard Parker, o Tigre de Bengala, ser selvagem e não ter os sentimentos que os próprios humanos tinham, ajudou Pi a sobreviver tanto tempo naquele naufrágio, pois Pi nunca esteve sozinho e o animal o fez criar força e coragem para enfrentar qualquer obstáculo que pudesse surgir naquele oceano infinito.

Mas conforme o filme foi chegando ao fim, consegui entender o que realmente se tratava: Richard Parker era o outro lado de Pi. O lado feroz, o lado corajoso, o selvagem que, com a ajuda de Deus na possibilidade da vida, o fez sobreviver até terra firme.

Cheguei a conclusão que cada um de nós possuímos dois lados que vivem em uma intensa relação de dependência. Não conseguimos distingui-los facilmente, e particularmente nem acho possível, mas, com certeza, cada um deles surgirá repentinamente em momentos diferentes de nossa vida,  quando precisamos de algo a mais para ficarmos erguidos junto com a presença que sentiremos de Deus. Exatamente como aconteceu com Pi.



As melhores.
dezembro 7, 2009, 3:18 pm
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Engravidar, dar a luz, amamentar. Cuidar da casa, das crianças, do marido e ao mesmo tempo cuidar da vida. Trabalhar.  Pintar as unhas, depilar, menstruar,  se importar com as gordurinhas, com o cabelo e cada novo corte da estação. Roupas e sapatos da última moda no armário. Se maquiar, usar salto alto e vestidos. E também há muito mais que vai além de beleza e tipo físico. Ao mesmo tempo que trabalha, planeja o que fazer no fim de semana, o jantar do dia, a brincadeira com o seu filho e seus carinhos com o marido. Até mesmo solteira, tem a certeza do que quer fazer na vida e de como agir.

Segredos possuem, que os homens fariam de tudo para descobri-los, pois não vivem sem nenhum pedacinho da descrição acima. Se fazem de algo que não são, mas no fundo, nada seriam sem a flor mais bonita e charmosa de todo o jardim.

Amiga, inimiga, patroa, empregada, tia, avó, filha, mãe… mulher. Há quem diga que é difícil compreender as mulheres. Mais difícil ainda é ser uma mulher, porém gostamos dessa dificuldade, pois sem ela, não seríamos mulheres de verdade.

* Homenagem a nós, mulheres, que conseguimos ter o mundo em nossas mãos.



O mundo é dos “clicks”
novembro 10, 2009, 6:58 pm
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Ah, se meus olhos tirassem fotos… Iria fotografar coisas jamais vistas por outras pessoas, alguma paisagem maravilhosa que, infelizmente, a minha máquina fotográfica não estaria presente. Fotografaria detalhes simples, mas que iriam fazer toda a diferença.

O olhar de um fotógrafo diz ser muito complexo e muito criativo, e há quem diga a mesma coisa em ver tais fotografias. A fotografia retrata algo real ou já vivido, mas para mim, vai muito além dessa realidade. Vale mais que mil palavras e mil gestos… vale o sentimento e o olhar reflexivo de cada um. Ela está participando de um progresso absurdo com tecnologias jamais imaginadas e nossa mente, imaginação e criatividade caminham juntas para entender todos os traços das lindas fotos já tiradas.

E só de pensar que em um ‘click’, a nossa história estará inteiramente guardada em caixas ou até arquivos de recordações que nunca será esquecido. Este é o poder da fotografia. Ela relaciona-se com o nosso modo de pensar, este outro se relaciona com os nossos sentimentos e finalmente, esta se relaciona com a nossa vida. A fotografia, portanto, é a vida.

– pauta para o blorkutando: Fotografia



O Parque chamado Paraíso
novembro 7, 2009, 12:29 am
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Este post não vai ser mais um fictício, mostrando os sentimentos de qualquer garota, ou assuntos de confundir a cabeça de qualquer um. Este post vai retratar a realidade que vivi.

Neste feriado (2/11 e 4/11 – aniversário de minha cidade), tive a oportunidade de conhecer a região mais pobre do estado de São Paulo, porém, um dos lugares mais lindos que já conheci. Visitei com a escola o Petar – Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira – onde são encontradas, no meio da Mata Atlântica, mais de 300 cavernas.

Quando eu iria imaginar que um dia estaria dentro de uma caverna, conhecendo cada parte dela e aprendendo um pouco desse lugar maravilhoso?

Nesta viagem, aprendi que a humildade vem acima de tudo, que a amizade e a união dos amigos vencem qualquer coisa, e  aprendi a dar valor à natureza, e principalmente à vida.

 

 

foto da caverna do Santana, a caverna mais bonita do Petar!

 

 

 

E esses dias sempre estarão marcados na minha vida.

“Em uma caverna, nada se tira a não ser fotos; nada se deixa a não ser pegadas e nada se leva a não ser recordações.”



Penso, logo a natureza existe.
setembro 27, 2009, 10:28 pm
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Tudo começou quando Tiago estava voltando de seu trabalho ecológico. As ruas estavam vazias, escuras e o céu estava nublado. Virando a rua de sua casa, sentiu um cheiro de queimado e quando olhou para frente, viu uma casa, exclusivamente para ele conhecida, coberta de chamas vermelhas e o fogo se alastrando pela calçada e pelas árvores.

Tiago logo pensou em seus móveis, suas roupas e principalmente em sua árvore. Ela que demorou anos para nascer, que precisou do calor do sol e de seu cuidado para florescer e, de repente, se torna cinzas. Ver com seus próprios olhos tornou-se um pesadelo.

Tiago não soube quem incendiou a sua casa, mas com ajuda de seus amigos, conseguiu um lugar para morar e roupas para vestir. Porém, não estava preocupado com isso.

Jornais e revistas mostravam que a porcentagem de desmatamento durante os anos cresceu absurdamente. Manifestos contra tal acontecimento começaram a se tornar frequente. E Tiago teve uma ideia. Resolveu criar uma área verde na cidade, com milhares de árvores, arbustos e flores de diversas espécies. Ele tinha a consciência que este trabalho ia ser difícil, mas o seu sonho e a consequência de tudo isso falava mais alto.

No dia seguinte, foi avisar aos poderosos de sua cidade o seu pensamento, e concordaram com Tiago. Reservaram um pedaço de terra na região para Tiago colocar o seu plano no mundo real. Com a ajuda da população, conseguiu o que queria. Plantou diversas espécias de vegetais e fez daquela área, o seu lugar preferido.

Tiago quando viu a sua árvore ardendo em chamas, não pensou em nada material, e sim no futuro do planeta.

Com o passar dos anos, aquelas árvores cresceram, e Tiago viu que, pode não ter salvado o mundo completamente, mas para ele foi uma grande vitória e uma tal conscientização que fez a sua grande casa azul ser mais saudável e viver em paz.

—x—

Oi galera! Tudo bom com vocês?

Primeiramente, gostaria de agradecer profundamente o PostIt, por colocar o meu último post em primeiro lugar no tema da semana. Cada vitória é um passo para melhorar cada vez mais, e com este incentivo, essa melhoria pode ser mais rápida ainda! Valeu, PostIt!

Então, esse texto que eu fiz foi na minha prova de redação, que pedia uma narração contando um caso de uma pessoa que fez ela parar para pensar e tentar salvar o mundo. Vamos ver no que vai dar nesse bimestre né? ^^

Bom, vou indo… amanhã tenho quatro provas no mesmo dia, e tudo que eu posso fazer é estudar! hahaha, beijos a todos ;*



Playlist!
agosto 8, 2009, 12:36 am
Filed under: Fã de carteirinha, outros.

“Mais difícil é saber que é verdadeiro e não poder sentir,
Ver que o outro sente o mesmo, mas não é por ti.
E ter que esconder e não poder demonstrar
Mentir pra você fazer o outro acreditar

Platônico até pode ser.
Platônico mais do que eu deveria sentir

Olhar suas fotos e imaginar você aqui,
Saber que sente o mesmo mas não é por mim,
E se perder no meio de uma ilusão,
E não querer sair dessa confusão

Platônico até pode ser
Platônico mais do que eu deveria sentir

E eu espero por você o tempo que for
com medo de não acontecer, mas eu estarei aqui
até o fim, eu estarei aqui…”

(Fake Number – Platônico)

-x-x-x-x-x-

E ai gente! Tudo bom com vocês?

Desculpe-me por tanto tempo fora do blog, é que me deu uma crise de falta de imaginação e criatividade, então pra não deixar tanto tempo off, postei uma música que se encaixa perfeitamente em mim hoje em dia. Bom, é isso ai!

Acho que todo mundo já sabe que as aulas vão começar dia 17. Por um lado, estou morrendo de medo, pelo fato de estar tanto tempo sem estudar e também de como as escolas vão repor esses dias perdidos por causa da gripe suína.

Proteja-se do H1N1, galera!

Beijinhos :*



A Cidade do Sol
julho 30, 2009, 12:56 am
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wallpaper_1024Em toda noite, antes de dormir, leio e viajo em meus livros. Porém, uma noite foi especial.

Estava lendo ‘A cidade do Sol’, quando de repente, estava ocorrendo um terremoto no meu quarto. Os móveis começaram a se mexer e a cama criou vida. Meu livro caiu de minha mão, caindo abertamente no chão, e em seguida, a cama me empurrou. Foi nessa hora que o meu mundo virou mágico.

Eu havia entrado no livro, bem como a maioria dos desenhos de televisão. Agora eu estava no Afeganistão, perdida e sem nenhum rumo. Até que me deparei a uma cena igualzinha da que eu estava lendo em meu quarto. Mariam, uma menina adolescente e bastarda, estava deitada na calçada da luxuosa casa de seu pai, Jalil, o esperando para ir ao cinema da cidade, porém, seu pai com vergonha de Mariam, fingiu estar ausente.

Vi que ninguém conseguia me observar, e com isso consegui entrar na casa de Jalil. Chegado ao jardim, notei uma janela, onde um homem com aparência preocupada me olhava. Mas como, sendo que eu estava invisível para todos? Então, cheguei a conclusão que fui enviada para o livro especialmente para não começar a grande tragédia da vida de Mariam.

Conversei com Jalil e pedi para abrir aquele portão e tratar Mariam como uma filha de verdade diante de suas esposas e de seus outros filhos. Pedi para ele refletir o quanto Mariam estava sofrendo na rua, sem comer e sem dormir, apenas para o ver. Deixei-o pensando e sai da casa, vendo Mariam chorando sentada perto da entrada da residência. Fui me distanciando, e no momento que virei para trás, a cena tão esperada havia acontecido: Jalil e Mariam se abraçavam, entrando na casa.

De repente, o Afeganistão, somente para mim, estava tremendo. O solo me desequilibrava e não conseguia ficar em pé. Surgiu um livro em minha frente, me fazendo embarcar para um quarto bem familiar.

Agora, estava deitada na cama e pensando no que aconteceu: ajudei a vida de Mariam igual a um anjo. Ela não precisaria ver sua mãe morta, se casar com Rasheed e ter uma vida lastimável ao lado dele. Ela estava sã e salva com Jalil, a fazendo feliz.

Fechei o meu livro. Olhei para o lado, e vi Mariam me agradecendo.


– pauta para o blorkutando